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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sem freio, capoto-me!

Entupida de nervos, reparo na pele da flor; estou a flor da pele! Encharcada de vida numa enchente turbulenta, entregue ao acaso e confiante nisso. Sem freio, capoto-me sobre meu corpo e faço morada em mim. Egoísta na vida, com fome de vida, alivio-me do que pode me consumir...Dando validade ao que me compõe e oportunidade ao que dispõe de conhecer, querendo mais! No calor da cidade afloro os meus desejos, no frio eu os atiço e desejo. Sem freio, capoto-me em dúvidas cruéis. Duvido de tudo agora, e contradigo com a convicção... Sem freio, me entrego a confusão e...capoto-me! O sol que me toca não é sol que te toca...o sol realmente me toca, me excita, me desgoverna...o sol transa em meu corpo e aflora, entupindo-me de nervos!!!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh! Que se dane o freio, que capotar-se seja mais interessante! Que sentir o sol seja prazeroso, penetrante.

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