Olhos nos olhos
(Chico Buarque de Holanda)
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando, sem mais, nem por quê
Tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sim, pois não...
Hoje acordei querendo escrever.
Não tinha certeza sobre o que, mas queria escrever especificamente aqui. Senti saudades daqui...
Me vieram 53746454 idéias na cabeça, algumas até meio babacas, outras interessantes... Agora me pego sentada nessa cadeira, escrevendo aqui e não acho uma coisa útil pra escrever...
Já que encaro o botão de flor como uma forma de desabrochar minhas idéias e da mesma forma expressar sentimentos gigantes, extensos e momentâneos, resolvi escrever o que se passa.
Tô afim de nomear os personagens que tenho em mente e hoje já lhes apresento o tio zé. Tio Zé me vem na cabeça toda vez que penso... é meu companheiro de insônia e sabe mais do meu pensamento que eu: ele vive lá. Sua casinha é modesta e ele me ama. Tô querendo arranjar uma companheira pra ele, eu sou uma amiga ausente de mim... minha atenção tem sido pouco pra ele! Quando eu estiver aqui querendo escrever algo novamente, lhes apresento a florentina... uma graça de moça!!
Não tinha certeza sobre o que, mas queria escrever especificamente aqui. Senti saudades daqui...
Me vieram 53746454 idéias na cabeça, algumas até meio babacas, outras interessantes... Agora me pego sentada nessa cadeira, escrevendo aqui e não acho uma coisa útil pra escrever...
Já que encaro o botão de flor como uma forma de desabrochar minhas idéias e da mesma forma expressar sentimentos gigantes, extensos e momentâneos, resolvi escrever o que se passa.
Tô afim de nomear os personagens que tenho em mente e hoje já lhes apresento o tio zé. Tio Zé me vem na cabeça toda vez que penso... é meu companheiro de insônia e sabe mais do meu pensamento que eu: ele vive lá. Sua casinha é modesta e ele me ama. Tô querendo arranjar uma companheira pra ele, eu sou uma amiga ausente de mim... minha atenção tem sido pouco pra ele! Quando eu estiver aqui querendo escrever algo novamente, lhes apresento a florentina... uma graça de moça!!
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