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uma metamorfose ambulante

sábado, 31 de julho de 2010

loucura, loucura, loucura!!

Saiba amado: escrevo isso do fundo do meu coração!
Óh Deus...queria tanto estar perto dele! Como posso sentir o coração acelerado lendo umas poucas palavras pela internet? Ele é lindo! Os seus olhos me encantam muito, são verdes... gosto da sua cara de inteligente e gosto mais ainda quando ele me diz coisas que provam que não tem só cara de inteligente...
Eu posso senti-lo. Posso tocá-lo cada vez que converso com ele...por que estás tão longe querido, por quê?! Como posso me sentir tão amada quando converso contigo? Como posso querer tanto alguém que nunca vi? Sinto um desejo profundo de saber qual é o seu cheiro, quero ouvir você dizendo tudo aquilo que escreveu pra mim...quero suavizar no teu ouvido as coisas mais lindas que já pensei em relação à você e matar o grande desejo de saber como é teu beijo: será tão doce quanto você? Será que eu vou sentir tamanha satisfação quando estivermos juntos?...sim, acredito que um dia estaremos juntos! Sonho com o dia em que vou lhe abraçar e fico imaginando o tempo todo qual seria a sua reação ao me ver...queria também saber qual seria a minha (risos). Ah como te amo! Quero que saiba disso, e além de tudo, que acredite...Sinta agora e preste atenção meu amor, pois mandei um beijo pelo vento pra ti..algo tão doce quanto mel e tão intenso quanto fel...Queria sentir tuas mãos em mim...

pra começo de conversa...

...Sinto uma enorme confusão em mim. Sempre levei comigo uma única certeza: "valerá a pena se for do fundo do coração" e passei a minha breve vida me entregando compulsivamente e sempre me senti muito bem assim. Tinha a sensação de 'liberdade interna'...podia sentir o gosto da satisfação e do orgulho que eu sentia de mim quando eu abandonava um pouquinho a minha razão estúpida! Mas de uns tempos pra cá sinto medo - não que o medo seja algo ruim - mas um medo que nunca havia sentido antes...o medo é até prazeroso pra mim! Acontece que sou humana e isso estraga as coisas que poderiam se tornar mais prazerosas(risos). Sinto-me como o meu passarinho que fica preso naquela gaiola no canto da escada; sinto-me exatamente como ele: sei que tenho asas e não posso voar tão alto como queria; sou limitada fisicamente a tocar e sentir poucas merdas e só posso comer o que é adequado, mesmo sabendo que isso não mata a minha fome. É que minha fome é fome de vida e não posso saciá-la pelo buraquinho da fechadura ou acompanhando a vida de alguém pelas novelas.
 Sinto falta de mim.
Sei que estou aqui perdida em algum lugar dentro desse labirinto de ossos e o meu maior medo é que minha alma se acomode em minha carne quente e macia. Não quero carregar a culpa de não me jogar por medo, mas tbm não quero só culpar o medo por não me jogar...
É, sei que pode parecer absurdo contar essas intimidades à um amigo como um nome tão estranho..."blog" (?!) ora! Desculpe-me pelos erros e contradições ao tentar me explicar, mas é que ultimamente, eu tenho sentido uma enorme confusão em mim...