Quem sou eu

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uma metamorfose ambulante

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Minha complexidade simples:

E como há de ser? Já foi? É? Será??!!
Como posso sustentar? Jogar fora? Guardar?
E o que tenho que fazer? Beijar? Transar? Esnobar?
E o que você faria? Conversaria? Gritaria? Correria?

Afinal, estou contra quem? Quem eu questiono com todas essas perguntas? E será que são inúteis? Quero dizer, será que já sei as respostas pra elas??
Quero me dizer a verdade porque sinto que já menti demais pra mim. Eu tô falando é de um amor, isso é, de alguém por quem me apaixonei...e que lindo!
Sentir isso foi a melhor coisa que já me aconteceu. Fui capaz de fazer loucuras só para vê-lo e quem sabe dar uns beijinhos..(risos) Era fantástico como eu me sentia viva perto dele, adorava receber um telefonema, uma mensagem ou o que fosse vindo dele. Fui capaz de saber que eu era capaz. Capaz de fazer o que eu sabia que não achava certo, mas que mesmo assim queria fazer porque ficava feliz. Lembro da primeira vez em que "fizemos amor"...era como se aquela dor que eu sentia fosse como a água que eu bebo quando tô com muita sede; única! E eu desvendava a cada beijo, um mistério. E eu questionava a cada instante o porque daquilo tudo...por que ele? por que agora? ah, dane-se! O fato é que eu gostava da ideia. Gostava de saber que era ele e agora. Eu o amava de uma maneira assustadora! Achava que jamais conseguiria esquecê-lo e que aquele amor estava me consumindo até o ponto em que nos afastamos. E eu me lembro os rios que trouxe a cada dia com as minhas lágrimas...as rochas que formei dentro de mim com a dor e os pensamentos mais estranhos que já havia tido. E mesmo depois de ter acontecido tanta coisa, ainda o amo. Sei disso porque ainda corro riscos para estar perto dele e ainda sinto o mesmo prazer como o da água que bebo quando tenho muita sede. Eu ainda sinto-o em mim, por isso tenho certeza que o amo. Ainda tremo toda quando falam dele. Queria odiá-lo. Queria usá-lo. Mas o meu corpo e minha alma só conseguem fingir até o toque dos lábios dele nos meus, e só. Estou contra mim mas com ele e não quero isso, ao mesmo tempo que quero estar a todo instante em seus braços. Mas há uma guerra que nos impede e nem sei quem são nossos inimigos... serei eu inimigo do meu amor? E como há de ser? Já foi? É? Será??
Como posso sustentar? Jogar fora? Guardar?
E o que eu tenho que fazer? Beijar? Transar? Esnobar?
E o que você faria? Conversaria? Gritaria? Correria?

...Afinal, estou contra quem?

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